Imaginación y concienciación mediante RPG: una práctica posible en la educación básica
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2025v17n39pe19316Palabras clave:
Educación básica, Teoría Histórico-Cultural, Investigación-intervención, RPG, ConcienciaResumen
Este artículo analiza el uso del Juego de Rol (RPG) como herramienta pedagógica para estimular la imaginación y la conciencia de los alumnos con altas capacidades en la enseñanza básica, según la Teoría Histórico-Cultural de Vygotsky. La investigación inicial demostró que el RPG favorece la autonomía y el pensamiento crítico, en contraposición a la educación tecnicista, que pretende satisfacer las demandas capitalistas restringiendo la creatividad y el sentido crítico de los alumnos. Utilizando un método llamado investigación de intervención y análisis microgenético, la investigación descubrió que, al desarrollar sus propias historias en el RPG, los estudiantes podían explorar temas complejos como la cultura de los pueblos nativos y los retos de la cooperación, promoviendo una visión colectiva y menos competitiva. Este formato ayuda a los estudiantes a comprender mejor la realidad y a colaborar en lugar de competir, reforzando la importancia de la colectividad en la construcción del conocimiento. El estudio sugiere que actividades creativas como los juegos de rol, mediadas por educadores, pueden promover la emancipación y sensibilizar a los alumnos sobre el mundo que les rodea, combatiendo la alienación inducida por el sistema capitalista.
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