Curiosidades y objetos epistémicos
interaciones en clases de Ciencias en los primeros años
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2025v17n39pe18293Palabras clave:
Curiosidad, Objetos epistémicos, Enseñanza de Ciencias por investigaciónResumen
Este artículo investiga cómo se moviliza la curiosidad a través del trabajo con objetos epistémicos en las clases de Ciencias Naturales en los primeros años de la Educación Primaria. A partir de discusiones en el ámbito de la Educación en Ciencias sobre la alfabetización científica (AC) y la enseñanza de Ciencias por investigación (EnCI), junto con los supuestos freireanos para promover una educación que estimule la curiosidad con el fin de fomentar una formación crítica. Los datos analizados fueron obtenidos de un proyecto con estudiantes de primer grado que investigaron la transformación de orugas en mariposas. Tras el análisis, identificamos que la curiosidad pudo movilizarse a partir de tres situaciones complementarias: (1) surgimiento de la curiosidad, (2) externalización de la curiosidad y (3) tratamiento de la curiosidad externalizada. Cada una de estas situaciones ofreció diferentes formas de abordar la curiosidad manifestada en el trabajo con objetos epistémicos.
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