Hay niños em la samba: el poder de las infancias negras de la samba y el aprendizaje del conocimiento ancestral de la samba
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2025v17n39pe20404Palabras clave:
Educación, Infancia, Escuela de Samba, Relaciones intergeneracionalesResumen
Considerando el contexto educativo no formal en el que se sitúa la Escuela de Samba y reconociendo la diversidad de espacios y experiencias que ocupan los niños en la sociedad contemporánea, este estudio busca fomentar una reflexión interdisciplinaria sobre la infancia y los procesos de aprendizaje que intervienen en la constitución del sujeto samba. Con fundamento en el conocimiento de la antropología, la educación y la cultura samba, la investigación se centra en el análisis de los procesos de aprendizaje que surgen de las relaciones entre niños de su misma edad y las dinámicas intergeneracionales que se establecen en el contexto de las Escuelas de Samba para niños. La investigación revela la importancia de comprender a los niños desde la perspectiva de sus culturas y prácticas sociales, destacando la construcción de una pedagogía nativa: un conjunto de conocimientos y metodologías propias de la Escuela de Samba. Este es un proceso educativo dinámico y en constante transformación, impulsado por las interacciones entre niños y adultos en la transmisión y reelaboración del conocimiento tradicional de la samba. Además, el estudio aborda las reflexiones de Nêgo Bispo, proponiendo una contracolonización de la relación enseñanza-aprendizaje desde la perspectiva del territorio. En este contexto, la Escuela de Samba emerge como un espacio poderoso para la construcción de alternativas educativas que resignifican las formas de vida y la ocupación del espacio, alejándose de los paradigmas hegemónicos.
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