Maldiciones y saltos de tijera: por una cultura de paz en este duelo
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.18896Palabras clave:
Educación Física Escolar, Narrativa Autobiográfica, Cultura de PazResumen
Este artículo, de carácter autobiográfico y forjado en los primeros años de docencia de un de los autores, buscó identificar y superar cuatro manifestaciones violentas en las clases de educación física escolar entre alumnos de 4º año de primaria del sistema escolar municipal de Fortaleza, que denominamos violencia oral, mímico-gestual, físico-corporal e intergenérica. Frente a esta percepción, buscamos fundamentos legales y socioemocionales para una intervención pedagógica mínimamente exitosa. Adoptamos la historia de vida/relato autobiográfico como método de investigación para este trabajo teórico. Se sugirieron, tematizaron y vivenciaron algunas estrategias didácticas para que los alumnos analizados tomaran conciencia de ese fenómeno, identificando, dominando y reduciendo al máximo, individual y colectivamente, esas cuatro formas de violencia prevalentes en su vida/socialización escolar. Tras debates mediados por preguntas problema y palabras generadoras, se priorizaron cuatro tácticas pedagógicas: tres de carácter práctico (el método “aléjate 10 pasos por la paz”; el juego “tu malo/tu horrible” y el juego “jurar x saltar a la comba”) y una de carácter teórico (18 entrevistas orales semiestructuradas). La investigación tuvo lugar entre mediados de febrero de 2023 y octubre de 2024. Encontramos que las tácticas didácticas empleadas redujeron considerablemente las cuatro formas prevalentes de lenguaje violento emitidas por estos alumnos, logrando el objetivo inicial de sensibilizar al alumnado - de medio a alto - sobre el fenómeno analizado, y culminando en una razonable cultura de paz y cuidado mutuo en el espacio intraescolar.
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