From theory to practice: reflections on teacher education through Supervised Internship and Pedagogical Residency
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.18948Keywords:
Teaching representations, Curricular Supervised Internship and Pedagogical Residency, Teacher EducationAbstract
The objective of this research is to investigate the contributions and challenges of the Curricular Supervised Internship (CSI), and the Pedagogical Residency (PR), in the teacher training of students from the undergraduate programs in Portuguese Language and Pedagogy. To this end, we analyze the perceptions of students regarding these modalities, highlighting their influence on the integration of theory and practice, as well as the construction of their teaching identity. The theoretical framework is based on research on Teacher Education in the Brazilian context (Gatti, 2010, 2019; Nóvoa, 2017; Pimenta, 2012; Pimenta & Lima, 2004). The adopted methodology is qualitative and interpretivist, with data being generated through the application of a structured questionnaire using Google Forms. The results reveal a significant comparison between the Curricular Supervised Internship and the Pedagogical Residency, highlighting significant nuances in their formative approaches. The CSI is often described as observational, with limited opportunities for teaching and practical application,according to the student-teachers. In contrast, the PR stands out for its integration of theory and practice, allowing greater involvement in planning, teaching practice, and continuous feedback, providing more comprehensive and immersive experiences. However, challenges persist, such as the limitation in the number of slots and scholarships, as well as bureaucratic demands. Despite their differences, both modalities are seen as fundamental spaces for teacher education, contributing to the understanding of school realities and the challenges of the profession.
Downloads
References
BRASIL. CAPES. Portaria No 38, de 28 de fevereiro de 2018 - Institui o Programa Residência Pedagógica. Disponível em https://www.capes.gov.br/educacao-basica/programa- residenciapedagogica. Acesso em: agosto de 2023.
BRASIL IMPÉRIO. Lei de 15 de outubro de 1827. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lim/LIM..-15-10-1827.htm#:~:text=LEI%20DE%21 5%20DE%20OUTUBRO,lugares%20mais%20populosos%20do%20Imp%C3%A9rio.&text=1%C2%BA%20Em%20todas%20as%20cidades,primeiras%20le tras%20que%20forem%20necess%C3%A1rias.Acesso em: agosto de 2023.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP n. 2, de 20 de dezembro de 2019. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação). 2019a. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=135951-rcp002-19&category_slug=dezembro-2019-pdf&Itemid=30192. Acesso em: agosto de 2023.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei número 9394, 20 de dezembro de 1996
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 set. 2008.
BORTONI-RICARDO, S. M. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
GATTI, B. A. Formar professores: velhos problemas e demandas contemporâneas. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade. Salvador, v.12, n.20, p.473-477, jul/dez 2003.
GATTI, B. A. Formação de professores no Brasil: características e problemas. Revista Educação e Sociedade, Campinas, v. 31, n. 113, p. 1355-1379, out./dez. 2010.Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/228663014_Formacao_de_Professores_no_Brasil_caracteristicas_e_problemas. Acesso em: agosto de 2023.
GATTI, B. A. Didática e formação de professores: provocações. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 47, n. 166. out./dez., 2017. p. 1-15.
GATTI, B. A. et al. Professores do Brasil: novos cenários de formação. Brasília, DF: Unesco, 2019. Acesso em: agosto de 2023
JESUS, D. Percepções dos residentes sobre a contribuição do programa de residência pedagógica na formação docente. Revista práticas de linguagem, Juiz de Fora, v. 10, n.1, p. 39-50, ago. 2020. Disponível em https://periodicos.ufjf.br/index.php/praticasdelinguagem/article/view/31461. Acesso em: agosto de 2023.
KLEIMAN, A. B. Os estudos de letramento e a formação do professor de língua materna. Linguagem em (Dis)curso, v. 8, n. 3, p. 487-517, set./dez. 2008b. Acesso em: setembro de 2023.
KLEIMAN, A. B.; VIANNA, C. A. D.; DE GRANDE, P. B. A Linguística Aplicada na contemporaneidade: uma narrativa de continuidades de transformação. Calidoscópio, v. 17, n. 4, 2019.
NÓVOA, A. Firmar a posição como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de Pesquisa, [s.l.], v. 47, n. 166, p. 1106-1133, dez. 2017. FapUNIFESP (SciELO). Disponível em:http://dx.doi.org/10.1590/198053144843. Acesso em: agosto de 2023.
PAIVA, V. L. M. O. Manual de pesquisa em estudos linguísticos. São Paulo: Parábola, 2019.
PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática?. 11. ed. - São Paulo: Cortez, 2012.
PIMENTA, S. G; LIMA, M. S. Estágio e docência. São Paulo: São Paulo: Cortez Editora, 2004.
PIMENTA, S. G. PIBID - UFMS. Estágios Supervisionados e PIBID: Convergências e Dissensões - Selma Garrido Pimenta. Youtube, 22/03/2021. Disponível em: https://www.youtube.com/live/0fnn9Josjjc?si=eyX-ffxAErXR4E_S
SAVIANI, D. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro (2009). Revista Brasileira de Educação. 14(40). https://www.scielo.br/pdf/rbedu/v14n40/v14n40a12. Acesso em agosto de 2023
TANURI, Leonor Maria. História da formação de professores. Revista Brasileira de Educação, n. 14, p. 61-88, maio/ago. 2000.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Debates em Educação

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Neste tipo de licença é permitido Compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e Adaptar (remixar, transformar, e criar a partir do material). Deverá ser dado o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . O conteúdo não pdoerá ser utilizado para fins comerciais .
Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY-NC 4.0).