O Museu Real da África Central de Tervuren: como não descolonizar um museu
DOI:
https://doi.org/10.28998/rm.2025.n.18.17976Palavras-chave:
Museu Real da África Central, Bélgica e Congo, Museu decolonial, MuseologiaResumo
Em 2018, vivendo na Bélgica havia 4 anos, tive a chance de visitar pela primeira vez o Museu Real da África Central de Tervuren, uma instituição histórica do país, marcada pelo passado colonial brutal. Este ensaio é um esboço breve de etnografia que reflete sobre o caráter desta instituição, que havia passado por uma reforma de concepção, visando se destacar como um museu decolonial, crítico e reflexivo. Por meio de imagens, procuro apresentar aos leitores as impressões despertadas pela visita, do testamento da missão institucional aos artefatos e à curadoria que me levaram a um lugar familiar, nada decolonial e, não tanto surpreendentemente, me levando de volta ao Brasil.
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Referências
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