Tambores, movimento negro e democracia na universidade brasileira
DOI :
https://doi.org/10.28998/rm.2020.n.9.12406Résumé
Este texto consiste basicamente na transcrição editada de uma conversa pública entre seus autores, realizada em 30 de setembro de 2016, pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Itabuna, Bahia. O encontro fez parte do Seminário “Estéticas Negras e Ameríndias”, e serviu como preparação para o VI Congresso Baiano de Pesquisadores Negros, evento articulado à abertura do primeiro semestre letivo do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER/UFSB). Na conversa agora transcrita, os autores pensam juntos e discutem as implicações dos modos de fazer e pensar presentes nas religiões de matriz africana e em outras manifestações dos movimentos negros para a universidade brasileira, e a importância das ações afirmativas, como a política de cotas e os encontros de saberes, como meio para que um verdadeiro diálogo, simétrico e respeitoso, se estabeleça entre tradições cujas diferenças não significam nem que devam permanecer separadas, nem que uma delas deva desaparecer em benefício da outra. A conversa prolonga, assim, um diálogo que teve início em 1996, quando o antropólogo Marcio Goldman voltou a desenvolver suas pesquisas no Terreiro de Matamba Tombenci Neto, no qual Marinho Rodrigues é membro do ministério e parte da quinta geração da família que constitui, desde 1885, a base deste terreiro.
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