Insurrection et réexistence dans le punk dans la région métropolitaine de São Paulo (1977–1985)
DOI :
https://doi.org/10.28998/rm.2025.n.18.19788Mots-clés :
Punk, Décolonialité, Insurrection, Dictature et redémocratisation, São PauloRésumé
Cet article examine les formes d’insurrection et de construction identitaire punk entre 1977 et 1985 dans la région métropolitaine de São Paulo. Il analyse comment les pratiques culturelles punk — comme les fanzines — ont articulé créativité esthétique, réexistence politique et réseaux de jeunesse dans des contextes de répression, d’exclusion sociale et de précarité matérielle. Les conflits internes, comme la “guerre punk”, sont interprétés à travers la colonialité de l’être et du pouvoir. L’étude adopte une perspective décoloniale, soulignant la désobéissance épistémique et l’insurrection culturelle comme résistances à la colonialité du savoir.
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