Nuevas ocupaciones urbanas, punk y negritud: articulaciones para la reexistencia en el Extremo Sur de Brasil
DOI:
https://doi.org/10.28998/rm.2025.n.18.19890Palabras clave:
Punk, Negritud, Ocupaciones urbanas, Decolonialidad, Extremo SurResumen
Este artículo investiga las relaciones entre la escena punk, la negritud y las ocupaciones urbanas en el extremo sur de Brasil, una región marcada por el legado de la esclavitud en las charqueadas. A pesar de su enfoque contestatario, el punk local reproduce exclusiones raciales, con baja participación negra, lo que refleja un "exceso decolonial" (Woods, 2020): la apropiación estética de elementos negros sin una inclusión efectiva, naturalizando la blancura. Por otro lado, ocupaciones como Kilombo Urbano Ocupação Canto de Conexão emergen como espacios de "reexistencia", resignificando territorios abandonados a través de epistemologías afrodiaspóricas. Kilombo articula la cultura punk con las luchas antirracistas, promoviendo acciones colectivas y transformando los símbolos anarquistas hacia una perspectiva decolonial. Basado en entrevistas y observación participante, el estudio concluye que superar las barreras raciales requiere más que una simple inclusión simbólica: exige la deconstrucción de las jerarquías culturales (Quijano, 2022).
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