UM PASSEIO PELA DUBLIN, DE JOSEPH STRICK.
Cesar Felipe Pereira
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
http://orcid.org/0000-0002-9257-2457
Luiz Guilherme Delenski Giublin
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
DOI: https://doi.org/10.28998/rexd.v4.6261
Palavras-chave: Tradução intersemiótica, Alucinação de Ulisses (1967), Joseph Strick.
Resumo
Segundo Roman Jakobson, as adaptações literárias para o cinema são traduções intersemióticas, passagens de símbolos verbais para símbolos não verbais/audiovisuais. Ulysses é considerada uma das obras mais completas da história da literatura universal justamente pelo trabalho demasiadamente elaborado com o signo verbal. Este ensaio centra-se na maneira pela qual o diretor Joseph Strick traduziu essa obra para o cinema, ao transformar em imagens e sons as complexas criações verbais de James Joyce.
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Biografia do Autor
Cesar Felipe Pereira, Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Doutorando em Letras - Estudos Literários na Universidade Federal do Paraná (UFPR); bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Graduado e mestre em Letras - Estudos Literários (UFPR) e graduado em Cinema e Vídeo pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP).
E-mail: emaildocesarfelipe@gmail.com
Luiz Guilherme Delenski Giublin, Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Bacharel em Letras - Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). E-mail: guigiublin@gmail.com