A feiticeira da paixão: da tragédia euripidiana ao cinema de Pasolini
Ana Flávia Ferraz
Otávio Cabral
DOI: https://doi.org/10.28998/rexd.v3.1712
Resumo
O presente artigo tem como proposta refletir sobre a transposição do mito de Medeia do teatro trágico antigo à narrativa cinematográfica contemporânea. Desde a Grécia antiga aos dias atuais a feiticeira da Cólquida fascina dramaturgos, poetas e cineastas. Tomando como ponto central o feminino na obra dramática Medeia (431 a.C.) do tragediógrafo grego Eurípides e na obra cinematográfica homônima, de 1970, do diretor e escritor italiano Pier Paolo Pasolini, buscaremos refletir sobre essas narrativas trágicas.
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