Los campos de conocimiento de la fonoaudiología

posibilidades para el mercado laboral

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.28998/cdp.v1i2.19598

Palabras clave:

Fonoaudiología, Desempeño profesional, Campo de actuación

Resumen

Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre aspectos fundamentales en la formación del profesional en Fonoaudiología, a partir de un enfoque exploratorio y cualitativo sustentado en la literatura especializada y en documentos del área. Se analiza la relevancia de las distintas áreas de actuación dentro del campo de la fonación y la audición. La discusión se organiza en dos ejes: el primero presenta las trece áreas de intervención reconocidas hasta el momento —audiología, lenguaje, motricidad orofacial, salud colectiva, voz, disfagia, terapia del habla educativa, gerontología, terapia del habla neurofuncional, terapia del habla en el ámbito laboral, neuropsicología, fluidez y patología del habla y del lenguaje—; el segundo propone una reflexión sobre la formación del fonoaudiólogo. Este trabajo no pretende agotar la temática, sino ofrecer una apertura para el diálogo y la construcción colectiva de mejoras en la formación profesional en Fonoaudiología.

Biografía del autor/a

Paulo Victor Shinkarenko Lima, PUC - Campinas/SP

Licenciada en Fonoaudiología por la Pontificia Universidad Católica de Campinas [PUCAMP]. El énfasis en los estudios interdisciplinarios en las áreas destacadas ha acercado el interés del investigador a estudios de investigación en profundidad basados ​​en PBL - Aprendizaje Basado en Problemas.

Citas

ABNT. Norma Brasileira de Regulamentação NBR 10152. Versão Corrigida, 2020.

Alves, A.J. O planejamento de pesquisas qualitativas em educação. Cadernos de pesquisa, n.77, p. 53-61, maio 1991. Disponível em: http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/cp/article/view/1042. Acesso em: 05 Nov. 2020.

Ares, M. J. J. Associação de Assistência à Criança Deficiente (palestra). Mesa redonda: reabilitação: limites e conquistas: a avaliação das principais instituições. In: Congresso Interdisciplinar de Assistência Domiciliar (CIAD), 6., 2007, São Paulo. Anais eletrônico. [Livro Eletrônico]. São Paulo: TVMED, 2007. DVD 13.

Arouca, L.S. Depoimento pessoal em agosto de 1999. In: Lima, P.G. Tendências paradigmáticas na pesquisa educacional. Artur Nogueira: Amilpress, 2003.

Bogdan, R. C. & Biklen, S. K. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora, 1994.

Brasil, A.C. et al . Estudo exploratório do ensino da neuropsicologia nos currículos dos cursos de graduação em fonoaudiologia. CoDAS, São Paulo , v. 32, n. 2, e20190023, 2020 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2317-17822020000200305&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 05 Nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20192019023

Brasil. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: diretrizes do NASF – Núcleo de Apoio à Saúde da Família, n. 27, 1ª edição, 2010. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_do_nasf_nucleo.pdf. Acesso em: 22 out.2020.

Brasil. Ministério da Saúde. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal, 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_triagem_auditiva_neonatal.pdf. Acesso em: 02 nov. 2020.

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 154, de 24 de janeiro de 2008. Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt0154_24_01_2008.html. Acesso em: 22 out.2020.

Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.776, de 18 de dezembro de 2014. Aprova diretrizes gerais, amplia e incorpora procedimentos para a Atenção Especializada às Pessoas com Deficiência Auditiva no Sistema Único de Saúde (SUS). Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt2776_18_12_2014.html. Acesso em: 02 nov. 2020.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Caderno de atenção domiciliar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, vol.II, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_domiciliar_melhor_casa.pdf. Acesso em: 04 Nov. 2020.

Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Normas de higiene ocupacional. Brasilia: Fundacentro, 2001. Disponível em: https://www.areaseg.com/bib/10%20-%20NHO%20Normas%20de%20Higiene%20Ocupacional/NHO-01.pdf. Acesso em 20 jan. 2020.

Brasil. Ministério do trabalho. Portaria n.º 19, de 9 de abril de 1998. Altera a Norma Regulamentadora n.7. Disponível em: https://sit.trabalho.gov.br/portal/images/SST/SST_legislacao/SST_portarias_1998/Portaria_19_Altera_NR_7.pdf. Acesso em 20 jan. 2020.

Brasil. Secretaria do Trabalo. Norma regulamentadora n.7. Programa de controle médico de saúde ocupacional. Disponível em: https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/consulta-publica/NR-7---consulta-pblica.pdf. Acesso em 20 jan. 2020.

Butman, J. et al. Fluencia verbal en español: datos normativos en Argentina. Medicina (Buenos Aires) 2000;60:561-4. Disponível em: http://www.medicinabuenosaires.com/revistas/vol60-00/5-1/fluencia.htm. Acesso em: 05 nov. 2020.

CFFa. Código de ética da fonoaudiologia. Brasilia, 2016. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/legislac%cc%a7a%cc%83o/codigo-de-etica/. Acesso em: 04 nov. 2020.

CFFa. Conselho Federal de Fonoaudiologia. Códico de Ética da Fonoaudiologia, 2016. Disponível em: https://www.cffa.ml/wp-content/uploads/2019/09/codigo-de-etica-fonoaudiologia-2017.pdf. Acesso em: 02 nov. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 584, de 22 de outubro de 2020. Dispõe sobre a criação da Especialidade em Perícia Fonoaudiológica, define as atribuições e competências relativas ao profissional fonoaudiólogo Especialista, e dá outras providências. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cffa-n-584-de-22-de-outubro-de-2020-284701596. Acesso em: 05 nov. 2020.

CFFa. Resolução CFFa n. 428, de 2 março de 2013. Dispõe sobre a atuação do fonoaudiólogo na saúde do trabalhador e dá outras . providências. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_428_13.htm. Acesso em: 02 nov. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 387, de 18 de setembro de 2010. (2010b). Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_387_10.htm. Acesso em: 20 set. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 320, de 17 de fevereiro de 2006. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_320_06.htm. Acesso em: 02 nov. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 383, de 20 de março de 2010. (2010a). Dispõe sobre as atribuições e competências relativas à especialidade em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, e dá outras providências. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_383_10.htm. Acesso em: 20 set. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 466, de 22 de janeiro de 2015. (2015c). Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_466_15.htm. Acesso em: 03 nov. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 453, de 26 de setembro de 2014. Dispõe sobre o reconhecimento, pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, da Fonoaudiologia Neurofuncional, Fonoaudiologia do Trabalho, Gerontologia e Neuropsicologia como áreas de especialidade da Fonoaudiologia e dá outras providências. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_453_14.htm. Acesso em: 20 set. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 463, de 21 de janeiro de 2015. (2015a). Dispõe sobre as atribuições e competências relativas ao profissional Fonoaudiólogo Especialista em Gerontologia, e dá outras providências. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_463_15.htm. Acesso em: 20 set. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 464, de 21 de janeiro de 2015. (2015b). Dispõe sobre as atribuições e competências do profissional Fonoaudiólogo Especialista em Fonoaudiologia Neurofuncional, e dá outras providências. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_464_15.htm. Acesso em: 20 set. 2020.

CFFa. Resolução CFFa nº 507, de 19 de agosto de 2017. Dispõe sobre as atribuições e competências relativas ao fonoaudiólogo especialista em Fluência ,e dá outras providências. Disponível em: https://www.fonoaudiologia.org.br/resolucoes/resolucoes_html/CFFa_N_507_17.htm. Acesso em: 05 nov. 2020.

CNS. Resolução nº 610, de 13 de dezembro de 2018. Recomendações do Conselho Nacional de Saúde à proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação Bacharelado em Fonoaudiologia. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2018/Reso610.pdf. Acesso em: 05 nov. 2020.

Cook, T.D. & Reichardt, C. S (org.). Métodos cualitativos y cuantitativos en investigación evaluativa. Madrid, Ediciones Morata, 1986.

CREFONO. Região 2. Quem é o fonoaudiólogo. Disponível em: http://www.fonosp.org.br/fonoaudiologia. Acesso em: 06 jul. 2020

Danieli, L.C. Fonoaudiologia preventiva. Monografia (Especialização em Fonoaudiologia). Santa Maria: UFSM, 2006. Disponível em: encurtador.com.br/dnI48. Acesso em: 04 nov. 2020.

Denzin, N. & Lincoln, Y. (ed.) Handbook of qualitative researche. Thousands Oaks: Sage Publications, 1994.

Fortes, F.S.G. al . Perfil dos profissionais da voz com queixas vocais atendidos em um centro terciário de saúde. Rev. Bras. Otorrinolaringol., São Paulo , v. 73, n. 1, p. 27-31, Feb. 2007 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-72992007000100005&lng=en&nrm=iso. Accesso em: 04 Nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-72992007000100005

Gorski, L.P. et. al. Perícia fonoaudiológica: conhecimento e atuação dos profissionais da fonoaudiologia de dois estados do Brasil. Rev. CEFAC, São Paulo , v. 15, n. 5, p. 1338-1346, Oct. 2013 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S151618462013000500031&lng=en&nrm=iso. Acesso: 05 Nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-18462013000500031

Guarinello, A.C.; Massi, G.; Berberian, A.P. A clínica fonoaudiológica e a linguagem escrita: estudo de caso. Rev. CEFAC, São Paulo , v. 10, n. 1, p. 38-44, Mar. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-18462008000100006&lng=en&nrm=iso. Accesso em: 03 nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-18462008000100006

Jerger, J.; Jerger, S.; Mauldin, L. Studies in impedance audiometry. Normal and sensorineural ears. Arch. Otolaringol., 96 513-23, 1972. DOI: https://doi.org/10.1001/archotol.1972.00770090791004

Jerger, J; Speacks, C.; Trammell, J. A new approach to speech audiometry. J Speech HearDisord, 33: 318, 1968. DOI: https://doi.org/10.1044/jshd.3304.318

Jerger, S.; Jerger, J. Alterações auditivas: um manual para avaliação clínica. Atheneu: São Paulo; 1989. p. 102.

Junqueira, E. O que é a fonoaudiologia? Quem é o fonoaudiólogo? Revista Saúde, Edição 2, 2016. Disponível em: https://rsaude.com.br/ji-parana/materia/o-que-e-a-fonoaudiologia-quem-e-o-fonoaudiologo/9427. Acesso em 20 jul.2020.

Lagrotta, M.G.M.; Cordeiro, M.C.; Cavalheiro, M.T.P. Discutindo a fonoaudiologia na escola. In: FERREIRA, L.P. O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Plexus Editora, 2001.

Lloyd, L. L.; Kaplan, H. Audiometric interpretation: a manual of basic audiometry. University Park Press: Baltimore; 1978. p. 16.

Lopes, A.C.; Munhoz, G.S.; Bozza, A. Audiometria tonal liminar e de Altas Frequências. In: Boéchat Em, Menezes. Pd, Couto. Cm, Frizzo. Acm, Scharlah. Rc, Anastasio. ART, organizadores. Tratado de audiologia. São Paulo: Santos. 2015; 2ª ed.: p. 57-67.

Minayo, M.C.S. (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 6ª ed. Petrópolis: Vozes, 1996a.

Minayo, M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 4ª ed. São Paulo: HUCITEC-ABRASCO, 1996b.

Northern, J. L.; Downs, M. P. Hearing in children. 5ª edição. Lippincott, Williams e Wilkins, Philadelphia, 2002

Oliveira, A.M.C. al . O que fonoaudiólogos e estudantes de fonoaudiologia entendem por fluência e disfluência. Rev. CEFAC, São Paulo , v. 9, n. 1, p. 40-46, Mar. 2007 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-18462007000100006&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 05 Nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-18462007000100006

Organização Mundial de Saúde – OMS, 2014. Avaiable in: http://www.who.int/pbd/deafness/hearing_ impairment_grades/en/ Acesso em: 10 abr.2019.

Paes, C.; Toledo, P.N.; Silva, H.J. Fonoaudiologia e estética facial: estudo de casos. Rev. CEFAC, São Paulo , v. 9, n. 2, p. 213-220, June 2007 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-18462007000200010&lng=en&nrm=iso. . Acesso em: 04 Nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-18462007000200010

Parente, M.A.M.P et a. Evolution of language assessment in patients with acquired neurological disorders in Brazil. Dementia & Neuropsychologia. jul/aug,2014; 8(3):196-206. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/dn/v8n3/1980-5764-dn-08-03-00196.pdf. Acesso em: 02 nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/S1980-57642014DN83000002

Patriarca, B.S. Fonoaudiologia, Linguagem e Grupos na saúde mental: reflexão a partir de relatos de experiências. Trabalho de conclusão de Curso do Programa de Residência em Saúde Mental e Coletiva. Departamento de Saúde Coletiva/ FCM-Unicamp, 2017. Disponível em: https://www.fcm.unicamp.br/fcm/sites/default/files/2017/page/tcc_beatriz.pdf. Acesso em 20 mai. 2020.

Patton, M. Q. Qualitative evaluation and research methods. Beverly Hills: Sage Publications, 1996.

Santos, L.B. et al. Atendimento fonoaudiológico para pacientes em cuidados paliativos com disfagia orofaríngea. Audiol., Commun. Res., São Paulo , v. 25, e2262, 2020. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2317-64312020000100301&lng=en&nrm=iso. Accesso em: 04 Nov. 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-6431-2019-2262

Schraiber, L. B. Engajamento ético-político e construção teórica na produção científica do conhecimento em saúde coletiva. In: Baptista, T. W. F.; Azevedo, C. S.; Machado, C. V. (Orgs.). Políticas, planejamento e gestão em saúde: abordagens e métodos de pesquisa. Rio de Janeiro: Editora da Fiocruz, 2015, p. 33-57.

Silman, S.; Silverman, C. A. Basic audiologic testing. In: Silman, S.; Silverman, C. A. Auditory diagnosis: principles and applications. San Diego: Singular Publishing Group; 1997. p. 44-52.

Silva, M.J.S.; Schraiber, L.B.; Mota, A. O conceito de saúde na Saúde Coletiva: contribuições a partir da crítica social e histórica da produção científica. Physis, Rio de Janeiro , v. 29, n. 1, e290102, 2019 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312019000100600&lng=en&nrm=iso.Accesso em: 04 nov. 2020.

Sistemas de Conselhos de Fonoaudiologia. Guia de Orientações na Avaliação Audiológica Básica. Disponível em: http://www.crefono4.org.br/cms/files/Anexos/manualdeaudiologia.pdf. Acesso em: 02 nov. 2020.

Tahan, L.C.; Maia, S.M. A função terapêutica em fonoaudiologia. Distúrbios da Comunicação, São Paulo, 17(1): 115-121, abril, 2005. Disponível em: https://ken.pucsp.br/dic/article/download/11687/8414. Acesso em: 04 nov. 2020.

Torres, G.M.X.; Cesar, C.P.H.A.R. Fisiologia do exercício na motricidade orofacial: conhecimento sobre o assunto. Rev. CEFAC, São Paulo , v. 21, n. 1, e14318, 2019 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-18462019000100504&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 04 Nov. 2020.

Triviños, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987

Yamaguchi, A. M. et al. (Ed). Assistência domiciliar: uma proposta interdisciplinar. Barueri, SP: Manole, 2010.

Publicado

2025-07-02

Cómo citar

Lima, P. V. S. (2025). Los campos de conocimiento de la fonoaudiología: posibilidades para el mercado laboral. CADERNOS PEDAGÓGICOS, 1(2), p.145–177. https://doi.org/10.28998/cdp.v1i2.19598