TANATOGRAFIA DO POP:
AMOR E MORTE EM BORN TO DIE, DE LANA DEL REY
Palavras-chave:
Tanatografia, Melancolia, Born to die, Lana del ReyResumo
Este artigo propõe uma análise da canção Born to Die, da cantora estadunidense Lana Del Rey. A partir da articulação entre Literatura e Música, em diálogo com a teoria da tanatografia (2014), Industria Cultural (Horkheimer, Adorno; 2002) e performance (Zumthor, 2002), buscamos compreender como se dá a construção performática na canção e no clipe de Lana del Rey. Em sua composição, ao performar a morte no seio da cultura pop, Lana del Rey nos leva a refletir sobre a finitude humana – gesto estético que reinscreve Eros e Thanatos no coração da canção popular contemporânea.
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Referências
HORKHEIMER, Max; ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. Pp. 169 a 214. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
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