TANATOGRAFIA DO POP:
AMOR E MORTE EM BORN TO DIE, DE LANA DEL REY
Parole chiave:
Tanatografia, Melancolia, Born to die, Lana del ReyAbstract
Este artigo propõe uma análise da canção Born to Die, da cantora estadunidense Lana Del Rey. A partir da articulação entre Literatura e Música, em diálogo com a teoria da tanatografia (2014), Industria Cultural (Horkheimer, Adorno; 2002) e performance (Zumthor, 2002), buscamos compreender como se dá a construção performática na canção e no clipe de Lana del Rey. Em sua composição, ao performar a morte no seio da cultura pop, Lana del Rey nos leva a refletir sobre a finitude humana – gesto estético que reinscreve Eros e Thanatos no coração da canção popular contemporânea.
Downloads
Riferimenti bibliografici
HORKHEIMER, Max; ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação de massas. Pp. 169 a 214. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
ANDRADE, Mário de. Compendio da história da música. 1933.
REY, Lana del. Born to die. Plataforma Youtube. 2011. Disponível em: https://youtu.be/Bag1gUxuU0g.
GANDARA, Lemuel, SILVA JUNIOR, Augusto Rodrigues da. Uma bala para Bené: Cidade de Deus, tradução coletiva e violência urbana no cinema literário brasileiro. Cenários: Revista de Estudos da Linguagem, v. 2, p. 57-73, 2018.
SILVA JUNIOR, Augusto Rodrigues da. Tanatografia e morte literária: decomposições biográficas e reconstruções dialógicas. Revista ComCiência (UNICAMP). v. 11, p. 1-10, 2014.
ZUMTHOR, Paul. Performance, Recepção, Leitura. São Paulo: Ubu Editora, 2018.
Downloads
Pubblicato
Come citare
Fascicolo
Sezione
Licenza
Copyright (c) 2025 CADERNOS CÊNICOS

Questo lavoro è fornito con la licenza Creative Commons Attribuzione - Non commerciale - Condividi allo stesso modo 4.0 Internazionale.
Ao submeter um trabalho à Cadernos Cênicos, os(as) autores(as) concordam com as normas de publicação e cedem, sem remuneração, os direitos de publicação nesse canal.


