LABATE, Beatriz Caiuby; GOULART, Sandra Lúcia. O uso de plantas Psicoativas nas Américas. Rio de Janeiro: Gramma/NEIP, 2019.
DOI:
https://doi.org/10.28998/rm.2019.n.7.9822Abstract
Na aurora do século XX, a sociedade moderna apresentava terreno muito fértil para as ciências sociais, que se maravilhavam e se debruçavam sobre suas peculiaridades e potencialidades. Naquele contexto, ganharam destaque como objeto de reflexão, dentre outros temas, a metrópole e sua vida mental; as teorias sobre a secularização, que em suas versões “duras” apregoavam o fim da religião; e as ideias de “desencantamento do mundo” e da racionalização da vida, que vinculavam o “espírito” do capitalismo ocidental ao protestantismo calvinista. Tal conjuntura também foi palco da Comissão do Ópio de Xangai (1909) e do estabelecimento da “guerra às drogas” e da política proibicionista em relação ao uso de psicoativos.
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