Tornar-se cronicamente doente: perspectivas de uma im-paciente sobre cuidados médicos
DOI :
https://doi.org/10.28998/rm.2019.n.6.9172Mots-clés :
doença crônica, esclerose múltipla, autoetnografiaRésumé
Este ensaio traz a experiência de diagnóstico de uma doença crônica, a esclerose múltipla, a partir de reflexões teóricas de um campo ainda marginalizado na Antropologia, a auto-etnografia. Após o diagnóstico da doença, em 2014, passei a buscar informações a seu respeito em consultas médicas, sites da internet, blogs de ativistas, associações de pacientes etc. Mas experimentei grandes dificuldades tanto em obter informações quanto em ter meus desejos de tratamentos e cuidados atendidos por equipes médicas.
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