PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE HANSENÍASE NO BRASIL NOS ANOS DE 2016 A 2020
DOI:
https://doi.org/10.28998/rpss.v12iunico.16947Abstract
Objetivo: Conhecer e analisar a evolução temporal dos casos de Hanseníase no Brasil, nos anos de 2016 a 2020. Metodologia: Refere-se a uma pesquisa epidemiológica de natureza descritiva e abordagem quantitativa, retrospectiva e investigativa. A população do estudo foi composta pelos casos de hanseníase transmitidas pela bactéria Mycobacterium leprae no Brasil. As informações foram obtidas por meio do banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), durante o período de 2016 e 2020. Resultados e discussão: Com base nos dados obtidos na pesquisa realizada, a Hanseníase ainda é uma questão de saúde pública, especialmente no Brasil, visto que ele é o maior responsável por casos da doença na América Latina, tendo o Nordeste, o Norte e o Centro-Oeste como destaques em novos casos. Acresça-se a isso, evidencia-se o gênero masculino como mais afetado, principalmente no tocante a indivíduos economicamente ativos, por estarem mais expostos à doença. Outrossim, a precariedade econômica e a falta de acesso à informação são fatores que intensificam a falta de tratamento e, como consequência, a disseminação da doença, principalmente em sua forma Multibacilar. Conclusão: A interpretação dos dados evidencia a necessidade de um planejamento mais atuante e eficaz das políticas públicas com o objetivo de incentivar uma busca ativa e constante da população aos serviços de saúde, além de promover um maior combate à hanseníase ao priorizar medidas que evitem tanto a infestação da bactéria quanto a transmissão. Com o escopo de garantir à população a informação na íntegra sobre a patologia, abrangendo, especialmente, as medidas protetivas e a importância da notificação aos gestores de saúde, cumpre ao Ministério de Saúde em ação conjunta com as secretarias municipais de saúde estratégias que, de forma elucidativa, convençam a população em como as medidas profiláticas e o diagnóstico precoce auxiliam no desdobramento da infecção e, até mesmo, da não infecção.
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